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Victor Hugo Azevedo e David Medna da Silva analisam os desafios do MP em programa na Rádio Bandeirantes

<p> O presidente da AMP/RS, Victor Hugo Azevedo, e o presidente da FMP, David Medina da Silva, participaram, na manhã desta terça-feira, do programa Manhã Bandeirantes, na Rádio Bandeirantes AM. Apresentado pelo jornalista Juliano Tonial, esse foi o último quadro de uma série tendo como foco o Ministério Público. </p>
19/11/2013 Atualizada em 21/07/2023 10:58:30
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O presidente da AMP/RS, Victor Hugo Azevedo, e o presidente da FMP, David Medina da Silva, participaram, na manhã desta terça-feira, do programa Manhã Bandeirantes, na Rádio Bandeirantes AM. Apresentado pelo jornalista Juliano Tonial, esse foi o último quadro de uma série tendo como foco o Ministério Público.



As reportagens, que foram ao ar desde a semana passada, abordaram a atuação institucional em diferentes segmentos, mostrando a importância e o papel ministerial na mediação de conflitos e na defesa dos interesses sociais, na área ambiental e no direito do consumidor, entre outros. O último episódio tratou especialmente da questão criminal e debateu, entre outros assuntos, as sucessivas tentativas externas de restringir a investigação por parte de membros do Parquet.



Um tema que voltou à tona foi a derrubada da PEC 37 no Congresso Nacional, a partir de ampla mobilização da classe e da adesão social à causa do Ministério Público. Apesar da vitória na luta contra essa proposta, o dirigente da AMP/RS alertou que as ameaças à autonomia e à participação do MP na investigação criminal estão longe de terminar. "A PEC 37  foi rechaçada pela sociedade, com base no entendimento de que enfraquecer a atuação criminal do MP era enfraquecer os instrumentos do Estado de combate aos grandes crimes. Mas a ameaça latente permanece. A PEC 37 é só a mais famosa das iniciativas que visam diminuir o trabalho do MP ou restringir suas prerrogativas", observou Victor Hugo.



Na mesma linha, David Medina alertou para a necessidade de a Instituição permanecer alerta. "O que derrubou a PEC 37 foi uma questão conjuntural, com as manifestações grandiosas da sociedade brasileira. Isso fez com que não houvesse coragem no Parlamento para enfrentar um desejo tão manifesto da população. Mas as tentativas de nos enfraquecer ocorrem de diferentes formas".


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