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OAB rejeita pedido de impeachment de Lula

Por 25 votos a 7, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) rejeitou nesta segunda-feira (8/5) a proposta de apresentar um pedido de impeachment do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O Conselho Federal da OAB votou a proposta em uma reunião que durou mais de cinco horas. A maioria dos conselheiros avaliou que a proximidade do período eleitoral torna inoportuno o pedido de impeachment. Além disso, os advogados alegaram que não existe apelo popular para amparar a decisão.
08/05/2006 Atualizada em 21/07/2023 11:01:30
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Por 25 votos a 7, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) rejeitou nesta segunda-feira (8/5) a proposta de apresentar um pedido de impeachment do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O Conselho Federal da OAB votou a proposta em uma reunião que durou mais de cinco horas. A maioria dos conselheiros avaliou que a proximidade do período eleitoral torna inoportuno o pedido de impeachment. Além disso, os advogados alegaram que não existe apelo popular para amparar a decisão.


O relator da matéria no Conselho Federal da OAB, o conselheiro pelo Acre Sérgio Ferraz, votou pelo pedido de impeachment, além da representação penal, alegando "inequívoco envolvimento" do presidente nas denúncias que levaram à crise política atual. Em seu voto, ele chegou a dizer que "o Planalto exala hoje um odor muito mais nauseabundo e mefítico que nos tempos da Casa da Dinda", referência à residência do ex-presidente Fernando Collor de Mello.


Notícia-crime


Sem a possibilidade de impeachment, os conselheiros optaram por anunciar uma notícia-crime ao Ministério Público. Na mesma sessão desta segunda-feira (8/5), o Conselho aprovou por maioria de votos (17 a 15), encaminhar ao Procurador-geral da República, Antônio Fernando de Souza, uma representação que aprofunde as investigações sobre o mensalão e o envolvimento com o presidente Lula. 


A conclamação ao chefe do Ministério Público, na forma de notícia-crime, foi decidida com base no entendimento de que existem elementos que indicam envolvimento do presidente em ilícitos penais praticados dentro dos escândalos do mensalão. “Com certeza, mais uma vez esta entidade faz história, diante da grave crise que o País enfrenta”, afirmou o presidente nacional da OAB, Roberto Busato, que conduziu a sessão, ao anunciar o resultado.


Fonte: site ClicRbs e site OAB

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