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“O sentimento é de imensa honra”, diz presidente da AMP/RS

Publicado em 16-12-2020



Eleito com a maior votação da história da Associação do Ministério Público do Rio Grande do Sul (814 votos), o promotor de Justiça João Ricardo Santos Tavares terá o desafio de comandar a entidade, ao lado de sua Diretoria Executiva e Conselho de Representantes, pelos próximos dois anos. Natural de Cachoeira do Sul, o novo presidente da AMP/RS ingressou no Ministério Público em março de 1993. Ao longo de 27 anos de atuação, exerceu as suas funções nos municípios de Casca, Restinga Seca, Cachoeira do Sul e Porto Alegre. Na Associação, já foi assessor legislativo, coordenador do Núcleo de Santa Cruz do Sul, vice-presidente de Núcleos por dois mandatos e, mais recentemente, na gestão 2018-2020, vice-presidente Administrativo e Financeiro.

De fala tranquila, estilo agregador e perfil conciliador, o novo presidente terá pela frente o desafio de comandar a AMP/RS no ano em que ela completa oito décadas de existência. Nesta entrevista ao site da Associação, Tavares reflete sobre o papel da entidade e do Ministério Público; indica o legado que sua gestão pretende deixar ao final do mandato e envia aos colegas uma mensagem de otimismo em relação ao futuro.

Qual é o seu sentimento, hoje, tomando posse como presidente da AMP/RS?


O sentimento é de imensa honra. De alegria, de esperança, de entusiasmo em fazer um grande trabalho para atender as expectativas e anseios de todos os nossos associados. É também de agradecimento ao apoio de todos os colegas e, especialmente, àqueles que aceitaram o desafio de estarem juntos nessa caminhada compondo a Diretoria Executiva e o Conselho de Representantes.

Em uma palavra, como o senhor definiria a gestão que pretende fazer à frente da AMP/RS?

Podem ser duas? Dedicação e trabalho.

Na sua visão, qual é o papel de uma entidade associativa nos dias de hoje?

Complexo esse papel. Temos muitas gerações dentro do quadro associativo e temos que atender a todos. Internamente, este é o principal desafio. Fazer com que todos, indistintamente, sintam-se pertencentes a sua entidade de classe e por ela representados. Externamente, o diálogo permanente com todos os setores da sociedade tem que pautar as relações para mostrar o trabalho de cada colega em prol da sociedade e a consequente importância da instituição do Ministério Público.

E qual o papel dos membros do Ministério Público no nosso contexto atual?

É imenso. Muitas vezes incompreendido. Não somos nós que fazemos as leis. Uma vez editadas, nosso papel é fiscalizar e fazer com que elas sejam cumpridas, nas mais variadas e diferentes áreas de atuação do Ministério Público. A Instituição e suas atribuições é uma poderosa arma de construção de uma sociedade mais justa e solidária.

Qual é o principal legado que o senhor pretende deixar ao final da sua gestão?

Nós, da Diretoria, queremos chegar ao final do mandato com o reconhecimento de termos trabalhado muito para bem representar a todos. Este é o nosso foco principal. Deixar nossa contribuição positiva na construção dessa história de quase 80 anos feita por muitos.

Que mensagem o senhor deixaria para os colegas que lhe garantiram a maior votação da história da AMP/RS e lhe legitimaram no comando da entidade pelos próximos dois anos?

A mensagem é de otimismo. O Ministério Público foi desenhado na luta. Venceremos, como sempre fizemos, todos os obstáculos que se apresentarem. Nós, todos, da Diretoria, nos sentimos extremamente honrados em termos obtido a maior votação da história da AMP/RS. Mas isso, também, traz uma enorme responsabilidade da qual estamos absolutamente cônscios. O Ministério Público nos dá uma mensagem clara: está mais vivo do que nunca e deposita confiança absoluta em todos nós! Caberá a nós todos, seus eleitos, honrar essa legitimação. E faremos isso com o melhor de nossas forças!

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