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Em coletiva à imprensa, Ministério Público e Magistratura falam sobre ato público em defesa das carreiras

Publicado em 31-01-2018



A presidente da Associação dos Membros do Ministério Público (CONAMP), Norma Angélica Cavalcanti, participou nesta quarta-feira (31) de coletiva de imprensa juntamente com os presidentes de associações que compõem a Frente Associativa da Magistratura e Ministério Público (Frentas). No encontro, os porta-vozes falaram sobre os objetivos da mobilização que acontecerá nesta quinta(1º/02), em Brasília, quando centenas de magistrados e membros do Ministério Público farão uma grande mobilização contra a reforma da Previdência (PEC 287/16) e pela valorização e independência dessas carreiras.

Durante a coletiva, os dirigentes ressaltaram os temas que hoje ameaçam o Ministério Público e a Magistratura, a exemplo dos projetos que tramitam no Congresso Nacional e que enfraquecem a atividade jurisdicional. Foram citadas a Lei do Abuso de Autoridade, a criminalização das violações às prerrogativas dos advogados, auxílio moradia, entre outros. Nesta quinta-feira, será entregue à presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, um documento com reivindicações das instituições. Na sequência, os representantes do MP e da Magistratura se reunirão na sala Nereu Ramos, na Câmara dos Deputados.

REPRESENTAÇÃO GAÚCHA
conamp32.pngO presidente da AMP/RS, Sérgio Harris, e os vices Martha Beltrame e Antonio Carlos Paiva Hornung estão na Capital Federal. Eles participam de reunião do conselho deliberativo da CONAMP e amanhã reforçam o movimento. O objetivo principal da mobilização é alertar a população, bem como como a comunidade jurídica e os parlamentares, sobre os riscos das propostas legislativas que visam o enfraquecimento do Poder Judiciário. Além disso, o Movimento busca esclarecer a População sobre os riscos da proposta de reforma da Previdência para os trabalhadores, apresentada pelo governo Temer. Na ocasião da coletiva de imprensa, a proposta de reforma da Previdência foi duramente criticada pelos presidentes de associações de procuradores e de magistrados. Estiveram presentes na cobertura importantes veículos de âmbito nacional, como O Globo, Folha de São Paulo e O Estado de São Paulo, sites, como G1 e Uol, além da imprensa especializada como o Jota e o Conjur.